O sangue. O sangue do próprio sangue. Aquele
que corre nas mesmas veias das mães. E os laços são eternos. O olhar
percebe o outro olhar. Não só pela vivência dos anos a fio. Também porque os
gestos que se aprendem, dividem-se em dois para por vezes se tornarem
um só. E são marcas que ficam. E por vezes ficam na pele.
Sim, os irmãos resumem-se. E falam muito das
coisas, como se só existissem depois do brilho dos olhares.
Ricardo Novais
Estas são as irmãs que levam tudo isso muito a
sério. Para todo o sempre, o amor visível. Na pele.












